Soltemos
os braços da alma, para que
Límpidos
sejam os lírios, de nosso quintal
E se
possam eles ver, dando-se a ver
de
nudez integral
Do
lume que espantou, da fogueira antiga
Que
cresceu e se fez o fogo de hoje
Não
restou dele intriga, nem malograda vida
A não
ser de quem o arroje
Querer
ter, é perder
Um
domínio que pisa, e faz rebelar a Primavera.
João Luciano
07-08-2016

Sem comentários:
Enviar um comentário