tudo quanto faço no meu bloco
Brancas folhas de gramagens diversas
viram parteiras de ideias dispersas
Nelas cai o mundo de olhos meus
o caos á minha ordem
As mãos de preto sujo
A alma de superordem
De rabiscos e gatafunhos
está já o quarto cheio
enchem e tapam o pavimento
as folhas do devaneio
João Luciano
29-06-2016
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