sábado, 13 de agosto de 2016

Não me digam nada (certamente)

Não me digam quando
As verdades tocarão os lábios
Nem o mundo se tornará verdadeiro

Não me digam ás claras
Para que serve o canto dos pássaros
E a dança dos ventos

Não me digam de frieza
A inutilidade dos quatro versos
E a delicadeza do Outouno

Não me digam nada, certamente
Calemos a teoria, a contagem das marés
...Ouçamos a brisa, 
...Sintamos os pés

João Luciano

01-08-2016


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