Numa mão...
Numa mão, de quem quer
O sopro de um som que ecoa
Se veem rastros de lassidão
Aqui e acolá...
Numa mão nua
Numa mão, de quem quer
O sopro de um som que ecoa
Se veem rastros de lassidão
Aqui e acolá...
Numa mão nua
Que a minha que vem à luz,
Numa alvorada bagunceira
É a pejar-se, que sorrateiramente
Se desvela ao sol recente
Numa alvorada bagunceira
É a pejar-se, que sorrateiramente
Se desvela ao sol recente
Vai vindo... Vai vendo...
Minha mão mol, desguarnecida
E o quebrado pulso de firmeza
Ao romper da veste envelhecida
Minha mão mol, desguarnecida
E o quebrado pulso de firmeza
Ao romper da veste envelhecida
João Luciano
15-09-2016
15-09-2016

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