Sobre a talha de mogno me sento
Ao amparo de um ensombro, escrupulosamente anseio
Pela alma suplicando ao vento: Que me chegue alimento
Venha o pão de nossa cerne poetisa, o centeio
E então, tal qual o esmoleiro e sua petição
Tambem assim me eis, de aberta palma pedindo
Ao céu que se abre, fortuitamente, pela escada de vão
Uma brisa descendo traga em mão, o pão de Deus vindo
Palavras outras dizendo, inspirações epifanias
Pão nossos de alguns dias
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