sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Água Viva

Ouvi hoje a fonte, ímpar
Lhe caindo a cara nova, por aí vem
Abaixo à colina gasta
Corre; Seus contornos são de castanheiro
Morre; Bem no fundo derradeiro
Sofre; É de correria, a catadupa
E na mata há nevoeiro

Desce o monte, que já te avisto
E não morreste afinal, só vieste juntar
Água viva de cada dia nos dai hoje
Vem; E me afaga levemente
Cem; São as lágrimas de meu lamento
Quem? Te gasta o nome, Água viva!
Se na praia há teu vento


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