Adiado. Palavra nua que me despe consigo. Sim, sou isso, um adiado que não fez ontem; hoje não conta, e o amanhã não vem nunca.
Cá estou. A esteira que me trouxe, me leva devagarinho, e meu registo será oco, sem muito que se conte.
Venha a brisa até aqui. E que faça aplanar tudo o resto. Se cante baixinho, que a vida é balada muda. Ouçam.
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